23/03/09
Coisas que o RPGTAi aprendeu com o RPG
17/03/09
Historia de um passado sangrenta 02
Novos tempos chegarão e voltei a ser feliz na companhia deles, Hunger me ensinou a caçar e combater, ele viu em mim um potencial incrivel para caça, Peter tentou fazer eu aprender algumas malicias e espertezas da vida de Aventureiro, uma lição que nunca vou esquecer: “Não tem nada demais e saquear um corpo morto, ele não vai mais precisar dos pertences terreos.”, ele era uma figura, mas nunca mesmo vou esquecer é de Sofy e seus ensinamentos, me ensinou a raciocinar em momentos extremos, a ser bom com quem precisa mas tambem saber ser maldoso com quem merece, me ensinou a acreditar no potencial de todos e nunca esquecer que “para derrubar um guerreiro é facil, mas para derrubar um grupo de aventureiros é mais complicado, pois um grupo que viaja, luta, comemora, choram juntos tem um elo mais forte que uma familia Anã”. As palavras dessa cantora dos Deuses sempre tocou fundo em minha alma, ah se não mensionei Sofy além de ser uma Cleriga ela motivava nossos espiritos com sua linda voz e suas melodias que saía de sua Liria, vivemos felizes juntos oitos longos meses. Eu não entrava em combate pois sempre diziam que eu ainda estava “cru”, mesmo sem poder mostrar meu apredizado a eles vivemos felizes, mas como sempre em minha vida, nada fica feliz por muito tempo.
No dia do Equinocio de Outono, ou tambem conhecido como o Dia do Duelo, marcou outra ferida em minha alma. Por causa de uma luta dificil no dia seguinte, eu e Sofy saímos à procura de ervas para fecharem os machucados de Peter que tinha sofrido muito com ataque de umgrupo barbaro, nessas alturas nos estavamos na União Purpura um reino barbaro, então demoramos em encontrar ervas que ajudacem, quando retornamos ao acampamento en contramos um cenário de batalha Hunger e Peter cercados por Goblinoides, pelo menos uns treze ou doze, Peter sangrando muito pelo fato de que suas feridas não estavam fechadas, logo Sofy correu para ajudar Peter e com ela tambem corri em direção a batalha, eu entraria pela primeira vez em batalha, Consegui acertar um dos Goblinoides ele logo virou para minha direção e começou a me atacar, tive sorte que Sofy me abençou e conseguri sofrer poucos ataques, enquanto Hunger abria caminha para Sofy curar peter, nem sua furia em batalha conseguia evitaros golpes dos Goblinoides, Sofy gritava para nós entrarmos em formação, elaboramos uma formação tosca que não aguentou muito apesar de que Hungel já tinha derrubado sozinho sete dos goblinoides eu conseguia derrubar um e cegar outro, foi quando sugiu um goblinoide gigante e me acertou na altura do rosto, ele abriu um corte que vinha de baixo de meu olho esquerdo até operto do meu orificio oricular, logo desmaiei, não sei quanto tempo passou mais acordei com Sofy me abraçando e recitando palavras divinas para mim, levantei para eu retornar ao combate, só tinha sobrado o Goblinoide gigante e mais dois menores, e com um golpe preciso Hunger acabara com a vida dos dois, Hunger cançado e machucado contra aquele monstro abominavel cedente por sangue, eu gritei para Sofy cura-lo mais ela disse que ela usou sua ultima graça em mim, eu me desesperei, Hunger gritou: “Calma, Karu vocês sairam vivos daqui e continuaram nossa missão, mas só te pesso que me faça uma ultima honra, quando você sentir que está pronto vá até minha aldeia nas Uivantes e proclame-se como o continuador do meu legado.” Ao diser essas palavras correu na direção do Monstro, Hunger cravou seus dois machados no flanco do monstro, mas tambem foi acertado no estomago pela arma infecta do monstro, o corpo de Hunger caio mole no chão, logo veio em minha mente as palavras de Hunger ele disse que nós sairemos vivos mas não ele, eu e Sofy choramos, mas aquela aberração não tinha caido ainda e correu na nossa direção, e novamemte fechei os olhos esperando o ataque e senti uma nostalgia ao receber o baque e cair, Sofy tinha entrado na minha frente e recebeu o golpe por mim, a criatura dava risada da situação, enquanto Sofy olhava em meus olhos e disse as palavras mais doces que escutei.”Viva, meu amado...” após disso tocou seus labios nos meus e faleceu em meus braços, senti seu sangue vermelho e quente misturar-se com o meu, uma colera veio do fundo de meu espirito, tudo em minha volta escureceu menos aquela criatura, pousei o corpo de Sofy numa pedra me levantei, a criatura dava risada da minha situação, e corri em sua direção ele me atacou mais a ultima benção que Sofy me deixou, a benção do coração, fez meu corpo sair da direção do golpe e pular em cima do monstro e morder seu pescoço a criatura caiu no chão mas eu não parei até perceber que ele já estava gelado, me levantei levei o corpo de sofy até um rio e o limpei, nunca tinha visto seu corpo descoberto, seu corpo era lindo e perfeito mas o preservei intocado, levei novamente perto do acampamento e preparei um enterro digno a enterrei e coloquei a pedra mais bonita que encontrei em seu tumulo, voltei para o campo de batalha encontrei Peter vivo e comecei a cuidar de seus ferimentos, eram muito graves e deixei ele em repouso e fui enterrar meu professor de combate, escolhi a segunda pedra mais bonita para ele, retornei ao campo de batalha joguei os corpos imundos das criaturas numa vala longe, voltei para cuidar do Peter ele estava muito mal, provavelmente iria morrer logo, não tardo que no mesmo dia a noite morreu mas antes de falecer ele me disse que vai esperar no outro lado por mim junto com os outros. Então enterrei ele do lado dos outros e escolhi a terceira pedra mais bonita, adormecir no lado do tumulo de Sofy, de manhan levantei e resolvi que não ia deixar sem nome os tumulos, entaõ gravei nas pedras os dizeres: “Sofy Moonlight, uma alma da noite, mas bondasa e linda.”, “Hunger Alma-de-Lobo, Guerreiro e caçador sagaz.”, e “Peter Pé-de-Valsa, Genio incompriendido e otimo dançarino.”. Após de passar um dia gravando esses dizeres nas pedras novamente dormir ao pé da cova de Sofy. Acordei busquei flores para os tumulos, coloquei as em cima de cada cova e disse minhas ultimas palavras para meus amigos: “Eu continuarei nosso sonho, e quando me tornar um heroi que nem vocês escreverei um livro lembrando de vocês, pois nunca esquecerei dos meus oito melhores meses que já tive, adeus meus amigos e minha amada.”
E parti para Valkarya para continuar nosso sonho...
Tomara qur gostem...apesar do amadorismo e analfabetismo...
14/03/09
Historia de um passado sangrento 01
Só os venho contar a minha historia graças a minha querida mãe, que ela esteja agora com Tana-Toh, com eu estava dizendo, contarei para vós minha curta historia.
Tudo começa em algum lugar alem do Rio dos Deuses na Altura de Callistia, axo que um pouco antes do Deserto da Perdição, lá existia uma tribo Trog, ah para quem não me conhece eu sou Trog ou tambem chamados de Trogloditas, mas ai vem uma pergunta como venho vós escrever? Espere e verá a resposta. Continuando, e foi nessa tribo que eu nasci, eu seria um Trog normal se não fosse a questão do meu tamanho, eu era um Trog Anão e na lenda popular dos Trogs eu traria destruição para a tribo, talvez eles estariam certo em um futuro proximo, e como eu era um Anão eles não podiam me Matar se não o destruição da tribo seria pior, eles me jogaram na beira do Rio dos Deuses, se eu sobreviveçe, bom, porem se eu morre-se, melhor ainda. Mas um emprevisto aconteceu.
No outra margem do rio, mesmo pequeno eu consegui sair do cesto que eu tava e me salvei por pouco, me salvei que nada, agora eu morreria pior do que morrer afogado iria morrer de fome ou devorado por alguma coisa. Mas como estou aqui contando essa historia à vós, eu sobrevivi graças aos meus futuros pais. Alguns dias após um casao de Anões me acharam na Beira do Rio , esses dois anões começaram cuidar da minha pessoa, que tipo me adotaram, mas agora vou contar alguns detalhes de meus pais para vocês entenderem o porquê de eles me adotarem. Malek Ironheart e Miriam Ironheart dois anões micionarios da igreja de TanaToh, que foram para Callista espalhar ensinamentos para aquele povo afligido por ataques constantes por monstros, encontraram um pequeno Trog Anão na beira do Rio dos Deuses, e como não podiam ter filhos e creram que aquele Trog foi mandado por Tana-Toh para eles educarem e cuidar dele já que ele era meio Anão, logo esse pequeno trog virou o pequeno Karu Ironheart, Karu que na Ligua Draconica significa “Filho” e inacreditavelmente na lingua Tamuriana significa “Selvagem” , Ingrassado não?. Mas votando ao meu ver. Logo virei filho deles, me ensinaram a leitura e a escrita, como se comportar e muitas outras coisas interessantes, eu os amava tanto, até aquele dia fatidico.
Eu me Lembro até Hoje daquele dia, era 13 d e Luvitas, fui buscar lenha para o almoço, como estava chuvendo nesse dia demorei a achar lenhas boas para o fogo, quando voltei á nossa casa, tinha uma coisa muito errada aporta estava arrombada, acho que esqueci de falar onde moravamos, moravamos num vilarejo litoraneo um dos poucos que não eram atacados, num eram até aquele dia vi uma criatura estranha uma mescla de peixe com anfiibio, ou como os conheci os mais tarde Lursh-lyns, estava segurando meu pai pelo pescoço e o sacudindo-o, ao me verem minha mãe que estava no canto horrorizada gritava para mim fugir, eu estava estagnado com aquilo, num tinha força para correm foi ai que monstro me avistou ele investio em minha direção eu fechei os olhos esperando a morte, mas só senti um baque em cima de mim me derrubando, quando abri os olhos minha mãe ensima de mim aberta de um lado ao outro com a mão da criatura nas costas dela, ela me disse algumas utimas palavras enquanto o monstro preparava o proximo ataque. “Nós amamos você, fuja e viva... nisso ela me empurrou para traz e me salvou de um segundo ataque mas sedendo sua vida a criatura, após isso só me lembro está correndo para alguma direção sem sentido. Enquanto corria e persebi que eu não tinha saido ileso do primeiro ataque, sofrerá um corte fundo logo abaixo do peito, se não fosse pelo couro resistente eu teria sido cortado ao meio, esse ferimento estava sangrando muito, comecei a me desfalecer, logo me veio a ideia que iria encontrar meus pais no outro lado e desmaiei correndo, nesta autura estava a um passo dos mesus pais.
12/03/09
Ser Feliz ou ter Razão
09/03/09
Por que ter uma Mulher na mesa de Jogo?
02/03/09
A verdade por trás do pequenino
"Ok,ok,isso aqui provalmente só vai ser encontrando depois que eu morrer, vou tentar ser mais breve possivel, por dois motivos
1-Não gosto de escrever.
2-Eu não sei escrever direto, não ria é sério.
O que tá escrito aqui é mais pura verdade, eu sei que vai ser dificil alguém acreditar nisso, já que sou clerigo de hynnin.
Desde que saiba eu fui criado dentro da guild, eles me adotaram pelo fato de ser goblin... um goblin verde, como meu mentor dizia "Green Goblin". Falando meu mentor espero que ele não ficou nervoso com que fiz com ele, e nem o apelido que fiz ele ganhar, o peculiar apelido de "Cabeça de Martelo".
Eu como todo clerigo de hynnin, temos que mentir sobre nosso Deus patrono, eu escolhi Nimb como minha camuflagem, que foi meu pior erro. No começo eu fingia ser louco, e essas coisas, até fingia que tinha um amigo imaginario, porém coisas começaram sair do controle, percebi isso quando eu estava conversando com uma criança, perguntando que ela fazia na guild, achei estranho... achei mais estranho depois que falaram que não tava ninguém comigo, esse foi primeiro sinal, depois veio outros, como mudança repetina de humor, mania de mentir sempre, aquilo começou tomar conta da minha cabeça, foi então que veio a última gota, meu amigo imaginário... comecei a ver de verdade, conversava comigo, cisma que existia de verdade. Depois daquilo percebi que só tinha uma saida, sair deifinitivamente da guild e tentar achar uma cura. Isso provalmente é meu "testamento", logo não sobrará mais nada da minha mente."
Acho que deu pra sacar o que quis dizer e o sobre o quis escrever, podia ter feito bem mais longo e detalhado, mas pediram pra ser curto 8B.
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Coisas que acontece no Domingo 02

Mestre....um jogador injustiçado
bye






